18 de Maio de 2012

Colaboradores participam da “Reunião de Integração”

No dia 18 de maio (sexta-feira), aconteceu no auditório do RH Amep mais uma “Reunião de Integração”. 28 colaboradores recém-contratados participaram da reunião que tem o objetivo de apresentar o histórico, os valores, a filosofia e a missão da empresa. Foi servido um café aos participantes e em seguida houve a abertura da reunião com a palavra do presidente da Amep, Sr. Arlindo de Melo Filho.

 





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Presidente da Amep participa de simpósio nos EUA

Sr. Arlindo de Melo Filho, presidente Amep e Sr. Fernando Pereira, presidente da Agroceres.

 
Entre os dias 07 e 11 de maio, o presidente da Amep e representante da Arapé, Sr. Arlindo de Melo Filho esteve no “Simpósio de 50 anos da PIC”, nos Estados Unidos. A PIC é sócia da Agroceres e fornecedora do material genético que é utilizado pela Arapé Agroindustria. Além do simpósio houve visitas técnicas e reuniões com produtores e fornecedores de grandes empresas brasileiras.
 




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Prodoeste participará da 10ª Feicampo em Taubaté

De 14 a 17 de junho acontecerá em Taubaté a Feicampo. A Prodoeste em Guaratinguetá estará presente com stande e convida a todos para uma visita. O evento acontecerá no recinto de exposições do Sindicato Rural de Taubaté à Rodovia Oswaldo Cruz, km 2,5. Informações: (12) 3632-2027.





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15 de Maio de 2012

Quando a promoção não acontece…

Profº Luiz Marins

Vejo pessoas profundamente entristecidas e mesmo abatidas pelo fato de não serem promovidas a cargos de gerência ou direção. Muitas se acham injustiçadas a ponto de perderem os motivos para continuar trabalhando; outras pensam em se demitir, em mudar de emprego. A essas pessoas dirijo este texto.

Todos nós temos pontos fortes e pontos frágeis. Muitas vezes, nosso ponto forte é o da execução, o do fazer, de pegar uma tarefa em seu começo e terminá-la com perfeição, com amor, com dedicação e comprometimento. E esse ponto forte deve ser reforçado, valorizado e visto como de grande valor. Nem sempre temos a aptidão para coordenar trabalhos alheios, para incentivar que os outros façam aquilo que sabemos fazer bem. Uma empresa, assim como um exército, ou qualquer organização, não pode ser feita só de chefes. Ela não funcionaria: nada ou muito pouco iria acontecer. Conheço pessoas que foram promovidas e se pudessem pediriam para voltar à sua função anterior, de execução. Também conheço pessoas que se negaram a ser promovidas por compreender que a função de chefia não os faria mais felizes, mesmo com um salário maior. Um chefe responde pelo trabalho que outras pessoas realizam e isso nem sempre é fácil ou agradável. É preciso compreender que nem todos cabemos nos “sapatos” de uma função de gerência ou direção- e isso deve ser encarado com muita naturalidade e até mesmo com gratidão. De nada adiantaria sermos promovidos para depois descobrir que não deveríamos ter sido e viver uma vida tensa, ansiosa e infeliz. As pesquisas mostram que pessoas em cargos de chefia têm mais problemas de estresse e ansiedade do que seus subordinados.

Assim, o conselho é para que conheçamos melhor nossos pontos fortes e nossas limitações e ao conhecê-los reforcemos nossos pontos fortes e façamos um genuíno esforço para corrigir nossas limitações. Assim, trabalhando com comprometimento, atenção aos detalhes, dedicação plena a aprender coisas novas, estaremos construindo dia após dia nosso desenvolvimento pessoal e profissional de forma consistente. E se um dia a promoção chegar, que pensemos bem se ela realmente vale a pena e se os “sapatos” que estão nos oferecendo não são “grandes demais para nossos pés”. Pense nisso. Sucesso!

Anthropos – Antropologia Empresarial
anthropos.com.br





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11 de Maio de 2012

Boa leitura!

O Grupo Zema é um importante parceiro e cliente da Rede Prodoeste. Na última edição do “Zema Notícias” nos deparamos com um excelente editorial, escrito pelo Diretor Geral, Romeu Zema Neto. Dessa forma, partilhamos esse excelente texto. 

 Pessoas Tóxicas

Os especialistas em recursos humanos têm alertado para um fenômeno cada vez mais comum: as pessoas são contratadas pelo conhecimento e demitidas pelo comportamento. São inteligentes e qualificadas, mas incapazes de se relacionar bem com os demais. Acabam por intoxicar o ambiente de trabalho. Mudanças sociais e culturais nos têm tornado cada vez mais impacientes, irritados, intolerantes e egoístas. O que era impensável para nossos pais hoje aparece nos jornais – alunos que agridem professores e filhos que matam pai e mãe. Alguém que “leva uma fechada” no trânsito, em vez de seguir seu caminho, vai atrás de desforra. Estaremos nos descivilizando?

 

Varejo é gente

A atividade de varejo, por sua natureza, envolve muita gente. Diariamente temos contato com dezenas de milhares de clientes. Logo, para estar aqui, é essencial gostar de pessoas. É assim que passamos nosso dia: em contato com os outros. Esta característica, muito acentuada no varejo, está presente também em outros ramos. Mesmo aquele que deseja ficar isolado e vai trabalhar em uma linha de produção ou fazenda não ficará sem se relacionar. Vivemos num mundo complexo, interdependente, e qualquer atividade exige colaboração. Temos de aprender a lidar com gente.

 

Pequenos atos, grandes ganhos

Muito está ao nosso alcance, e com um pouco de boa vontade podemos contribuir. Educação, gentileza e cortesia são artigos cada vez mais raros, mas continuam  extremamente válidos. Nunca prejudicam ninguém. Muito pelo contrario, tratar bem as pessoas não custa nada, abre as portas e só traz benefícios. Custa a mesma coisa que tratar mal, o que provoca resistência, antipatia e estresse.

Mesmo assim, muitas pessoas têm enorme dificuldade em dizer “bom dia”, “boa tarde”, “por favor”, “muito obrigado”, em abrir uma porta ou sorrir. Procedem como se isto custasse uma fortuna. Mas, vale repetir: o custo de proceder assim é zero e o retorno, altíssimo. Quem não faz está deixando de lado um ótimo investimento! A camaradagem complementa este modo de agir – estar disponível, ajudar e apoiar os outros sempre que possível. O trabalho colaborativo é instrutivo, cria laços de confiança e traz sinergias. Duas pessoas isoladas produzem, cada uma, duas unidades por hora. Caso trabalhem em conjunto, esta mesma dupla produzirá mais que quatro unidades por hora. Uma supre as deficiências da outra, uma ensina e aprende com a outra.

 

 Pequenos atos, grandes perdas

Por outro lado, rudeza, grosseria, ironia e cinismo corroem e destroem relacionamentos. Até mesmo atos aparentemente inocentes acabam por causar estragos – deixar de retornar um telefonema, não responder um e-mail, deixar a sujeira ou bagunça para outro limpar ou organizar. Completar esta lista negra a intriga, a indiferença e a mentira, verdadeiros venenos, capazes de aniquilar qualquer ambiente saudável. Zelar por um bom clima é essencial em qualquer situação – família, vizinhos, amigos, escola e trabalho. Quando se descuida, o ambiente deteriora, uma equipe que um dia aprecia seu emprego passa a considerá-lo um sacrifício, até mesmo uma tortura. Passa a trabalhar insatisfeita, estressada e desmotivada. Piora-se a qualidade do que ela faz, a produtividade cai, o atendimento se danifica, os clientes somem e as vendas despencam. Este custo oculto, causado pelo clima pesado, não é apontado em nenhum relatório gerencial ou contábil.

 

Tolerância

Por mais que nos esforcemos, falharemos em alguns momentos. Meu colega tem problemas particulares sérios, não está bem e me dá uma “resposta atravessada”. Tenho duas opções: jogar gasolina na fogueira (revidar) e piorar a situação ou jogar água (manter a calma) e reduzir o mal-estar. Um erro não justifica o outro. Algumas pessoas desequilibradas – mesmo alertadas, orientadas e acompanhadas – não conseguem mudar seu comportamento nocivo; perturbam, contaminam e, não raro, esgotam aqueles a sua volta. Quando ocupam cargo de chefia, o dano é ampliado. Infelizmente, em algumas situações não temos encontrado alternativa, a não ser o desligamento do “agente insalubre”. Fazemos o que está a nosso alcance para evitar chegar a este ponto, mas temos de ser realistas: não somos psiquiatras e não vamos resolver os problemas destas pessoas!





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8 de Maio de 2012

Arapé amplia capacidade de armazenagem de grãos

No mês de abril a Arapé ampliou em 50% a capacidade de armazenagem de grãos. Um dos principais objetivos da ampliação é atender a demanda da Granja Pastinho, em Bambuí.





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7 de Maio de 2012

Iniciado o confinamento bovino na Arapé

A Arapé iniciou no mês de março o confinamento bovino. Serão confinados até dezembro 7 mil bois da raça nelore ou nelorado. Os animais recebem diariamente alimentação balanceada que inclui: capim, milho, soja e polpa cítrica. Este ano o confiamento conta com a parceria do laboratório Ouro Fino e da empresa de nutrição animal Tortuga.





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Uma geração sem boca

Profº Luiz Marins

Podem dizer que estou exagerando, mas acho que esta nova geração se esqueceu de que a boca existe não só para comer, mas também para falar. Estamos vivendo com uma geração sem boca! Tudo é comunicado via emails, MSN e através de blogs, facebook, twitter e que tais. Ninguém mais quer falar com outra pessoa. Às vezes tenho a impressão de que as pessoas ficaram com medo de falar sobre trabalho com seus colegas. Têm medo da reação, da resposta, de ter que argumentar. Então enviam um e-mail ou uma mensagem de texto e pensam que tudo estará resolvido dessa forma, sem ter que enfrentar a pessoa cara-a-cara, face-a-face.

Tenho um grande medo de que se um dia houver um incêndio numa empresa e o diretor perguntar se alguém chamou os bombeiros, a resposta seja “mandamos um e-mail com sinal de prioridade!”.

Quantas coisas poderiam ser resolvidas se as pessoas voltassem a se falar? Quantos problemas seriam evitados se as pessoas pegassem num aparelho chamado telefone e ligassem para seu colega falando claramente do que estava acontecendo? Quantas coisas seriam resolvidas mais rapidamente se alguém se dispusesse a levantar de sua cadeira e ir até o local (às vezes a poucos metros) falar com a pessoa responsável? Quantos problemas evitaríamos se falássemos diretamente com o cliente ou com o fornecedor em vez de mandar um e-mail mal redigido passível de várias interpretações?

É preciso que esta geração aprenda a falar! Não a falar mal dos outros, mas a falar com as pessoas ao invés de falar das pessoas. Esta geração precisa compreender que o ser humano é o único animal que fala e que a comunicação verbal é realmente a mais eficaz, a que mais comunica o que pensamos, o que sentimos, o que queremos, etc.

Em vez de mandar dezenas de e-mails (que serão reencaminhados para dezenas de pessoas e que ou não serão lidos ou serão mal interpretados), pegue o telefone e fale! Em vez de ficar grudado em estado de semi-coma em frente ao seu computador, levante da cadeira e vá até aquele ser humano que poderá lhe ajudar e fale com ele(a)! Reaprenda a falar e verá como o mundo ficará mais fácil e como as coisas serão resolvidas mais rapidamente utilizando esta “nova” ferramenta, fenomenal que é fala! Pense nisso. Sucesso!

Anthropos – Antropologia Empresarial
anthropos.com.br





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Oportunidades de emprego

01 Supervisor de oficina (Hab. D) – Prodoeste
02 Cobradores – Viação Campo Belo

Os interessados poderão preencher ou atualizar seus currículos na Rua Alexandre José de Oliveira, 330, Souza e Silva, Formiga (MG) ou enviar para o e-mail recrutamento@amep.com.br. Contato: (37) 3329-1736.

 

 





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4 de Maio de 2012

Prodoeste presente na Agrishow 2012

 

Entre os dias 30 de abril e 04 de maio aconteceu em Ribeirão Preto (SP) a  Agrishow 2012 - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. A feira apresentou espaço para os novos lançamentos do setor e excelentes oportunidades de negócios. Além de poder conferir as condições diferenciadas, os visitantes puderam conhecer os novos lançamentos da Massey Ferguson. A Prodoeste esteve representada pelo gerente da Prodoeste Tratores em Formiga, Hassan Lucinda, pelo Presidente da Amep, Sr. Arlindo de Melo Filho e por consultores de vendas da unidade. Mais informações do evento acesse: http://www.agrishow.com.br/2012/Home/





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