Quem tem medo de 2012?

Profº Luiz Marins

O País do futuro parece estar chegando para muitos brasileiros que investiram em qualidade e produtividade profissional, empresarial e pessoal nos últimos anos. O gigante adormecido parece estar despertando. Os dados internacionais nos mostram que em 2012 já seremos a sétima maior economia do mundo. Em 2014 seremos a sexta, em 2016 a quinta e em 2040 a quarta maior economia, na frente da Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Espanha e muitos outros.

Já em 2012 estaremos abaixo apenas dos Estados Unidos (1º.) , China (2º.) , Japão (3º.) , Alemanha (4º.) , França (5º.) e Reino Unido (6º.), segundo o Banco Mundial. Como sétima economia mundial, os investimentos diretos internacionais crescerão. Segundo pesquisa da UNCTAD – Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento – o Brasil será o terceiro país do mundo a receber mais investimentos internacionais, à frente dos Estados Unidos (4º.) e apenas atrás de China e Índia.

Assim, no próximo ano teremos uma visibilidade mundial nunca antes alcançada e isso nos trará benefícios e exigências. Os benefícios são óbvios, mas seremos também cobrados por mais qualidade, produtividade, excelência, transparência e postura de país desenvolvido.

Dessa forma terá medo de 2012 aquele que não acreditar nesses números e na verdade de que estamos construindo um Brasil diferente, cuja previsão é a de que teremos apenas 8% de pessoas consideradas tecnicamente pobres, uma queda de quase 70% desde 1993, quando 35% da nossa população era considerada pobre. A previsão é de que em 2015 se somarmos as classes A+B+C teremos 72% – o que fará do Brasil um país de classe média, que hoje já ultrapassa os 50%.

Em 2012 teremos que enfrentar nossas mazelas, dificuldades e problemas que são muitos. Isso sim nos amedronta e deve nos amedrontar. Da educação à saúde, da infraestrutura ao combate a corrupção. Teremos que colocar o dedo em nossas feridas e tratá-las com seriedade e coragem.

Agora é, pois, hora de agir com seriedade e cautela, mas também com muito vigor para aproveitar esse momento histórico que estamos vivendo. Terá medo de 2012 quem continuar pensando como sempre, negativamente, olhando para o retrovisor, não acreditando em nossa capacidade de fazer a diferença num mundo cheio de dificuldades e de vencer as nossas com inovação, criatividade e honestidade. Terá medo de 2012 quem ficar esperando e não agir, não construir as condições básicas de acesso a esse novo Brasil. Pense nisso. Sucesso! Feliz 2012.

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